jordan

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  1. Pelo 2º ano consecutivo, o Chevrolet Onix foi o veículo novo mais vendido do Brasil. O hatch encerrou 2016 com 153.372 emplacamentos, superando o HyundaiHB20, que vendeu 121.616 unidades. Os dois foram os únicos modelos a superar a marca de 100 mil carros comercializados no ano. O "pódio" é completado pelo Ford Ka, que teve 76.616 exemplares vendidos. Veja os 10 mais vendidos em 2016: 1) Chevrolet Onix: 153.372 unidades 2) Hyundai HB20: 121.616 3) Ford Ka: 76.616 4) Chevrolet Prisma: 66.337 5) Toyota Corolla: 64.740 6) Fiat Palio: 63.996 7) Renault Sandero: 63.228 8) Fiat Strada: 59.449 9) Volkswagen Gol: 57.390 10) Honda HR-V: 55.758 O grande trunfo do Onix para seguir à frente foi a mudança no visual. Junto com o facelift sofrido em julho, a Chevrolet lançou uma versão aventureira, Activ. Pouco tempo depois, a marca criou uma versão de entrada, Joy, que manteve o visual pré-reestilização. Hoje, ela representa quase 40% das vendas do compacto. Modelos mais caros Pela primeira vez desde 2008, há modelos de outros segmentos, além de compactos, entre os 10 mais populares do país. Naquela época, o representante dos carros médios foi o Honda Civic, na 9ª colocação. Agora, o também sedã Toyota Corolla emplacou 64.740 unidades, suficientes para colocá-lo no 5º posto. Algumas posições abaixo, o Honda HR-V é outro "intruso" na lista de carros "populares", com 55.771 carros vendidos e a décima colocação no ranking. Os dois modelos possuem versões acima dos R$ 100 mil. A propósito, a disputa entre os SUVs foi acirrada, com o Renegade ficando a apenas 4.190 veículos do maior rival. O Jeep emplacou 51.581 unidades ao longo do ano. Diversidade Além de modelos mais caros, 2016 é o ano em que mais marcas colocaram veículos entre os 10 mais vendidos no país. Até então, o número de fabricantes neste grupo era de no máximo 6 - Fiat, Chevrolet, Volkswagen, Ford, Renault e Hyundai. Agora, Honda e Toyota se juntam ao grupo. Isso mostra que o mercado brasileiro está mais dividido. A participação das chamadas "3 grandes" (Fiat, Chevrolet e Volkswagen) tem caído com o tempo. Dez anos atrás, elas tinham uma fatia de mais de 70% do mercado. Em 2016, a porcentagem não chegou a 45%. Estreantes Entre os principais lançamentos de 2016, o mais bem colocado foi a Fiat Toro, o 14º modelo mais popular no país, com 41.283 unidades emplacadas. A picape chegou a liderar o segmento em outubro. A Toro foi a primeira grande novidade a ser lançada, ainda em fevereiro. Com mais tempo de mercado, é natural que ocupe o primeiro posto nesta comparação. Outro lançamento da Fiat no ano, o Mobi, apresentado em abril, aparece logo atrás, na 22ª posição entre os mais vendidos, com 28.731 unidades. O Nissan Kicks é outro modelo inédito entre os 50 mais vendidos. Ele fechou 2016 com 10.712 carros emplacados, em 47º. Fonte: Auto Esporte
  2. Nossa reportagem levantou os valores das revisões de Chevrolet Onix, Hyundai HB20 e Ford Ka nos três primeiros anos de garantia Faltando poucos dias para o encerramento de 2016, os três modelos mais vendidos do no ano, na ordem, serão Chevrolet Onix, Hyundai HB20 e Ford Ka. Um dos grandes argumentos de vendas das concessionárias é o custo de revisão de seus modelos. Para facilitar a vida do consumidor, nossa reportagem levantou os valores das revisões nos três primeiros anos de garantia do Top 3 do mercado nacional. A Chevrolet e a Ford praticam os mesmos preços de revisões para o Onix 1.0 e 1.4 e o Ka 1.0 e 1.5. Já a Hyundai pratica valores diferentes para as versões 1.0, 1.0 Turbo e 1.6. Dos três modelos, o Ka é o modelo que tem o custo de manutenção mais baixo durante os três primeiros anos, o HB20 ficou com o segundo lugar e o líder Onix é o modelo mais caro para se manter no período de garantia contratual. Entre as opções com motorização 1.0 aspirada, o Ka é o vencedor no período de garantia contratual. O hatch da Ford tem custo total durante os três anos de R$ 1.040. Das três opções, o HB20 é o único que conta com cinco anos de garantia. Mas, como os concorrentes oferecem somente três anos, levantamos somente os custos dos primeiros 36 meses do modelo coreano. Com o valor de R$ 1.057, o HB20 1.0 é o segundo modelo com as revisões de menor custo. O Onix que é o modelo mais vendido do mercado, é o único das três opções que não conta com motorização de três cilindros. Para manter o hatch em dia com as revisões contratuais o cliente irá gastar R$ 1.252. Já com motores acima de 1.0, o Ka também é o modelo que tem o custo de manutenção mais baixo. As versões equipadas com motor 1.5 tem custo total durante os três anos de R$ 1.040. Durante os três primeiros anos, o proprietário do HB20 irá pagar R$ 1.177 de revisão, que o deixa com a segunda posição. Assim como 1.0, o Onix 1.4 é o modelo que tem a manutenção mais alta dos três. Durante o período de garantia, o valor gasto será de R$ 1.252. Além dos motores 1.0 e 1.6, o HB20 é o único que conta com opção 1.0 Turbo. Porém, o custo de manutenção do modelo é alto. Enquanto, as versões 1.0 e 1.6 contam com revisão a cada 10 mil km ou um ano, as opções com motor turbo têm que efetuar a troca de óleo e filtro de óleo a cada 10 mil km ou seis meses, prevalecendo o que ocorrer primeiro. Neste caso, levando em conta os valores das revisões anuais e das trocas de óleo semestrais, o proprietário i gastará R$ 1.810,60. Veja nas artes abaixo, os custos e itens substituídos nas revisões: Artes e notícia original | Autos Segredos
  3. O Chevrolet Onix tem uma vantagem superior a 25 mil carros sobre o Hyundai HB20, o vice-líder (Foto: Divulgação) Assim como o Palmeiras no futebol, o Chevrolet Onix é o campeão antecipado da temporada da indústria automobilística. Faltando apenas um mês para fechar 2016, o Onix tem uma vantagem superior a 25 mil carros sobre o Hyundai HB20, o vice-líder. A média de vendas do Onix é de 12,3 mil carros/mês; a do HB20 é de 9,9 mil. Portanto, é uma diferença impossível de tirar e a General Motors já pode mandar fazer a faixa de bicampeão para seu hatch compacto. E não foi um título qualquer. O Onix chega ao bi com um desempenho melhor do que teve no ano passado. Esse ano, o carro passou pelo seu primeiro face-lift e se tornou ainda mais competitivo. Sem dormir sobre os louros da vitória, a GM soube melhorar seu modelo campeão na hora certa. Assim, além de dar fazer algumas modificações estéticas, deu ao Onix dois novos motores (1.0 e 1.4), lançou uma versão aventureira (Onix Activ) e criou uma nova versão de entrada (Onix Joy). O Onix ficou mais potente e mais econômico, subindo para nota A de consumo na classificação geral do Inmetro em quase todas as versões, além de conseguir o selo de eficiência energética do Conpet. Para além disso, a GM fez um upgrade na central multimídia MyLink e introduziu no modelo o sistema On Star (assistente pessoal ao condutor em tempo real). O Chevrolet Onix é fabricado em Gravataí (RS) e caminha rapidamente para atingir 600 mil unidades produzidas desde seu lançamento, em 2012. O reposicionamento da linha Chevrolet em 2016 também transformou o Onyx Joy no carro mais barato da marca (R$ 39.590). Assim, a GM ganhou tempo e não precisa entrar correndo na aventura da produção de um modelo de entrada subcompacto, como era o plano inicial. A Volkswagen e a Fiat não tiveram a mesma sorte e ainda sofrem com as vendas modestas do Up e do Mobi. Muitas vezes um carro ganha a liderança do mercado por causa de suas vendas diretas, aquelas que são feitas para frotistas, taxistas e governos. Um contrato com uma grande locadora pode significar a salvação para alguns. Mas não foi isso que aconteceu com o Onix. Seu desempenho de vendas é bastante equilibrado entre atacado e varejo. O bicampeão brasileiro de vendas é líder nos dois quesitos. Na comercialização direta, o Onix teve 38,5 mil unidades vendidas, contra 29,7 mil do HB20. Nas concessionárias da rede Chevrolet, o Onix alcançou 96,4 mil vendas, enquanto o HB20 somou 81,8 mil nas revendas Hyundai. Um desempenho impressionante, se considerarmos que o Onix não é exatamente barato. Além da versão Joy 1.0, o carro tem mais uma versão 1.0 LT de R$ 44.890 e três versões 1.4 (LT, LTZ e Activ) de R$ 49.890 a R$ 57.490. Se você olhar com uma lupa, pode encontrar no mercado carros mais interessantes do que o Onix, dependendo de suas necessidades de uso e de sua disponibilidade financeira. Mas não resta dúvida: o Onix é, sim, uma boa compra. Quem quer um carro compacto para rodar na cidade, tem nas versões 1.0 opções econômicas e relativamente acessíveis. Quem precisa usar o carro na cidade e na estrada, encontra nas versões 1.4 uma mistura de agilidade e economia no trânsito urbano com desempenho honesto nas viagens. E para quem busca versatilidade em um hatch compacto mais bem equipado, o Onix Activ entrega esse algo mais. Assim se faz um líder. Da mesma forma que o Palmeiras foi corrigindo seus pontos fracos ao longo do campeonato, a GM soube melhorar seu carro-chefe quando sua liderança era mais folgada. Por isso ele é bicampeão antecipado. Fonte: Isto é
  4. O LTZ é a versão topo de linha do Onix, modelo campeão de vendas da Chevrolet no Brasil (Divulgação/VEJA) As montadoras costumam lançar diferentes versões de um mesmo modelo de carro. Essas diferenciações, que dependem do incremento de cada versão – tipos de rodas, de estofado ou de pintura, por exemplo -, são identificadas por siglas que acompanham o nome do modelo. Saiba o que significam as siglas criadas por diferentes montadoras. Chevrolet Joy – Na tradução, significa “alegria”. No mercado, identifica as versões de entrada de Onix e Prisma. Advantage – Tem a mesma função do Joy, mas para minivans (como a Spin) e picapes (S10). LS – Luxury Standard. Representa as versões de entrada de alguns modelos. LT – Luxury Touring. Versões intermediárias de alguns modelos e de entrada de outros. LTZ – Luxury Touring + a letra Z, por ser a última do alfabeto. Representa a versão de topo de linha. RS – Rally Sport. Identifica as versões esportivas dos modelos americanos. SS – Super Sport. Para versõs esportivas com apelo de maior exclusividade, um degrau acima dos RS. Fonte: Veja
  5. Além da nova geração do Cruze Sport6, a Chevrolet anunciou nesta semana a chegada dos planos OnStar para clientes da marca que possuem veículos com a tecnologia. O sistema de telemática oferecerá a partir da segunda quinzena de dezembro a opção de três planos: Safe, Protect ou Exclusive, variando de acordo com o modelo do veículo. “Chegamos na combinação de serviços que nossos consumidores desejavam após um profundo estudo de mercado. Percebemos que não havia uma solução no mercado que fosse semelhante ao OnStar. Ainda entendemos que os clientes gostariam de ter opções desde um plano como o Safe com app/portal, diagnóstico e recuperação veicular até um plano como o Exclusive que inclui todos os serviços OnStar, com pilares de emergência, segurança, diagnóstico, conectividade, concierge e navegação”, disse Péricles Mosca, diretor do OnStar para América do Sul. No caso do plano Safe, o valor mensal é de R$ 50. Já o plano Protect terá mensalidade de R$ 65. Por fim, o plano Exclusive tem preço de R$ 80 ao mês. O pagamento pode ser feito à vista por boleto (com condições especiais) ou em 12 vezes. Confira abaixo os itens disponibilizados por cada plano: Plano Safe – R$ 50/mês Assistência de recuperação veicular Sensores para prevenir furto Diagnóstico Remoto Diagnóstico Avançado Travar/Destravar Portas / Luzes & Buzinas Alertas de Segurança como valet, velocidade e movimento Siga-Me/Localize-Me Plano Protect – R$ 65/mês Plano Safe Chamadas de emergência pelo App e botão SOS no veículo Bom Samaritano Monitoramento em rota Resposta automática de acidentes Socorro mecânico e elétrico (Chevrolet Road Service) Destino Seguro Os clientes do plano Protect continuarão tendo período de cortesia de três meses e, após este período, para seguir com os benefícios do plano Exclusive, pagará R$ 15 por mês até o termino do período de degustação original. Plano Exclusive – R$ 80/mês Plano Protect Navegação por setas Navegação integrada Envio do destino ao MyLink através do botão OnStar no veículo ou pelo aplicativo Informações sobre Pontos de interesse Concierge Outra novidade anunciada pela Chevrolet é que o OnStar agora oferece download de mapas de forma automática e comprimida no aplicativo para iOS. Há ainda o Diagnóstico Avançado, disponível para todos os planos, que além de informações referentes ao veículo (como quilometragem total percorrida e pressão instantânea dos pneus), permite ao usuário consultar a situação do motor, transmissão, airbag, controle de tração, freios ABS, emissões e OnStar. Esse recurso realiza o check-up do veículo ao toque de um botão e, caso encontre alguma anomalia no veículo, envia um alerta para o usuário, orientando sobre o melhor procedimento. Fonte: Notícias Automotivas
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  7. Preços e informações atualizados.
  8. Acrescentado as versões e preços do Onix 2017.
  9. A GM decidiu criar uma nova versão de entrada para a dupla Onix e Prisma, que receberam atualização nas versões LT e LTZ, tendo ainda originado a opção aventureira Activ para o Onix. Chamada Joy, a gama de acesso dos compactos da Chevrolet vem com um pacote de equipamentos diferente do habitual e com mudanças importantes na mecânica. Custando R$ 38.990 no caso do Onix Joy e R$ 42.990 no Prisma Joy, a dupla de acesso aproveita o visual do modelo 2016, destacando-se mudanças sutis nos para-choques, faróis com lentes claras e detalhes em preto, sendo eles grade, maçanetas, colunas e retrovisores. Além disso, os Onix e Prisma Joy ganharam novas calotas aro 14 e pneus verdes 185/70 R14. Por dentro, o acabamento foi simplificado e agora apresenta tons de preto e cinza, este último na parte central do painel e portas. Falando nas portas, o visual mudou no Onix Joy, que agora tem puxadores comuns e mais elevados, enquanto o Prisma Joy manteve os que já existiam. A GM diz que o cliente do hatch queria mudança nesse caso, mas os do sedã não ligam para isso. As diferenças da dupla Joy também podem ser notadas no porta-malas, onde o Onix perdeu o revestimento das caixas de rodas, o que permaneceu no Prisma. Mas voltando ao interior, a coluna de direção não tem ajuste de altura e todos os detalhes não apresentam nenhum item que deixe o ambiente mais sofisticado. Até as maçanetas são de plástico sem acabamento. Aliás, as portas dão o que falar na linha Joy da Chevrolet. Além da diferença visual, o Onix agora dispõe de um novo console entre os bancos. O motivo é que o ajuste no desenho das portas tirou os botões dos vidros elétricos, agora centralizados no hatch. O Prisma continua com os comandos nas portas. Por fim, apesar dos vidros elétricos de série, as travas elétricas são vendidas como acessórios. O quadro de instrumentos tem bom visual, mas traz apenas o essencial: conta-giros analógico e display digital com velocímetro, hodômetro, relógio e nível de combustível. Não há computador de bordo e nem medidor de consumo, mas pelo menos há indicador de mudança de marcha. Os bancos têm padronagem simples e o traseiro é inteiriço e com apenas dois apoios de cabeça e cinto subabdominal central. A direção agora é elétrica e vem junto com o ar-condicionado. Os retrovisores são manuais, assim como os vidros traseiros. Nos acessórios divulgados, não há comandos elétricos para estes itens, mas há central multimídia com DVD, CD Player, sensor de estacionamento, alarme, rodas de liga leve aro 14 (diferentes para cada modelo) e chave com controle remoto, por exemplo. O sistema OnStar disponível para o Joy funciona através do aplicativo instalado no smartphone, possibilitando até medir a pressão dos pneus. Impressões ao dirigir As mudanças feitas pela engenharia da GM foram interessantes, já que Onix e Prisma Joy ficaram bem mais econômicos e mostraram um bom desempenho na pista de testes. O propulsor SPE/4 1.0 ECO tem pistões, anéis e bielas novas, além de reprogramação eletrônica, mudanças no arrefecimento e no sistema elétrico. Com tudo isso, ele passa a ter funcionamento com menor atrito e mais economia. O nível de ruído foi levemente atenuado. Mas, apesar das mudanças, continua oferecendo 78/80 cv a 6.400 rpm e 9,5/9,8 kgfm a 5.200 rpm, respectivamente com gasolina e etanol. O câmbio de seis marchas tem as primeiras curtas e a sexta para manter um giro baixo em cruzeiro. Assim, o conjunto permite boas retomadas e aceleração condizente com a proposta. A condução tem como ponto alto as trocas de marcha precisas e macias. Rodando a 110 km/h em sexta, o ponteiro marca 3.000 rpm. Mas, é apenas uma marcha de “descanso” do motor em cruzeiro, pois o SPE/4 1.0 não responde ao acelerador de forma alguma. Mas, nesse caso, o objetivo é manter o consumo baixo e o nível de ruído também, gerando conforto e economia. Com até 30 kg a menos (25 kg no Onix), a dupla recebeu ajustes na suspensão, que ficou 10 mm mais baixa, mas ao contrário dos Novos Onix e Prisma 2017, o ajuste é voltado para o conforto. Na pista de testes da GM em Indaiatuba/SP, tanto Onix Joy quanto o Prisma Joy se comportaram bem nos variados tipos de piso da pista, sendo o esperado para a proposta da dupla. O Onix, por sua característica, é mais ágil. Já o Prisma é mais comportado. Ambos apresentaram boa estabilidade, mesmo com pneus altos. Os freios são suficientes, tendo sido atualizados também. A direção elétrica é muita leve e precisa, deixando a condução mais agradável. No geral, em termos de condução, os Chevrolet Onix e Prisma Joy apresentam um comportamento melhor que os modelos anteriores. Em termos de acabamento, o visual ficou limpo demais e alguns itens que seriam esperados como de série, são oferecidos apenas como acessório. Pelo menos ar-condicionado e direção elétrica não foram cortados. Fonte: Notícias Automotivas
  10. Chevrolet Onix Joy e Prisma Joy chegam custando R$ 38.990 e R$ 42.990 A GM está lançando no mercado nacional a dupla Chevrolet Onix Joy e Prisma Joy, opções de entrada da marca americana com preços a partir de R$ 38.990 e R$ 42.990. A proposta da GM é oferecer uma opção de entrada mais completa, econômica e com performance adequada. Além disso, os Onix Joy e Prisma Joy vêm com mudanças mecânicas, tendo motor 1.0 e seis marchas. No entanto, o visual é o antigo, tendo grades, retrovisores, maçanetas e colunas pretas. Por dentro, console e painel com visual novo, destaque para a nova instrumentação análogo-digital. Acabamento é exclusivo no Joy. De série, Onix Joy e Prisma Joy vêm de série ar-condicionado, direção elétrica, vidros dianteiros e travas elétricas, OnStar com pacote safe, rodas aro 14 com calotas, alerta de pressão dos pneus, aviso de mudança de marcha, painel análogo-digital, painel em dois tons, faróis com máscara negra e luzes de leitura. Oferecidos como acessório, controle de travas e vidros, multimídia com TV e DVD, CD player, rodas de liga leve aro 14, revestimento Premium dos bancos e itens de personalização. O pacote custa R$ 4.190. A GM introduziu modificações semelhantes às feitas nos Novos Onix e Prisma 2017. O motor SPE/4 ECO 1.0 com menor atrito, entregando 78/80 cv a 6.400 rpm e 9.5/9.8 kgfm a 5.200 rpm, respectivamente com gasolina e etanol. O câmbio é novo e tem seis marchas, sendo meio quilo mais leve que a anterior. A estrutura da carroceria recebeu mais aços de alta resistência para reduzir peso e aumentar a rigidez. Os Onix Joy e Prisma Joy dispõem de suspensão 10 mm mais baixa e recalibrada, bem como ajustes no sistema elétrico e arrefecimento. Novos pneus de baixa resistência à rolagem. Os freios foram igualmente recalibrados e com novos rolamentos. Reduzindo o peso geral em 30 e 25 kg a menos. Dessa forma, o consumo no Onix Joy é de 9,1/12,9 km/l na cidade e 10,8/15,3 /l na estrada, com etanol é gasolina. No Prisma Joy, os números são respectivamente 9,0/12,9 km/l na cidade e 11,1/15,6 km/l na estrada. Os Onix Joy e Prisma Joy vão de 0 a 100 km/h em 13,4/13,3 segundos e tem máximas de 167/172 km/h. Fonte: Notícias Automotivas
  11. Chevrolet adia, mas Onix terá de usar motor 3-cilindros até 2018 Onix Activ, aventureiro, é uma das novidades da linha 2017; 3-cilindros foi adiado A General Motors surpreendeu os competidores ao diminuir o consumo de combustível da linha Onix e Prisma 2017, algo obrigatório pelo programa Inovar-Auto, sem lançar nova família de motores. Para isso, reavaliou o automóvel como um todo. Começou pela fórmula tradicional de pneus verdes e direção eletroassistida. Diminui o peso total do Onix em 32 kg e do Prisma em 34 kg, o que seria, mais ou menos, o ganho de massa se utilizasse um propulsor de três cilindros. Manteve os quatro cilindros e fez aperfeiçoamentos internos. Adotou câmbio de seis marchas, tanto manual (agora) quanto automático (existente, foi reprogramado para menor consumo), além de ajudar na diminuição de rotações e nível de ruído a bordo. Os modelos Chevrolet foram os últimos a aderir ao PBEV (Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular). Neste período a engenharia estudou o ciclo de medição de consumo em laboratório e concluiu que estava apta a atender ao prazo fatal, com nota A no segmento, a preço conveniente. No entanto, não vai "escapar", adiante, de adotar o motor de três cilindros já existente na Europa, quando se anunciar a segunda rodada do PBEV, a partir de 2018. Fonte: UOL Carros
  12. Chevrolet Onix Activ (Foto: Divulgação) A Chevrolet aproveitou o lançamento da linha reestilizada da dupla Onix e Prisma para anunciar a estreia do hatch renovado no segmento dos aventureiros. O Onix Activ chega às concessionárias da marca por preços que partem de R$ 57.190 na versão manual e vão até R$ 62.290 na configuração automática, avaliada por Autoesporte. Com visual mais imponente do que o modelo que lhe deu origem, o hatch com apelo fora de estrada estreia com uma suspensão elevada em três centímetros, se comparada aos modelos convencionais, pneus maiores e rodas exclusivas. Como novidade, traz um painel redesenhado, em duas cores, e com um grafismo que se une às forrações de porta – que por sua vez mesclam plástico rígido e tecido na cor laranja. Outros itens inéditos são o sistema Mylink 2 (associado ao Onstar) e compatível com Android Auto e Apple CarPlay, a câmera de ré, o sensor de chuva e a direção elétrica (para toda a linha). O Onix Activ chega em versão única, com o motor 1.4 “ECO” e transmissão de seis velocidades, manual ou automática. A missão do Activ não vai ser fácil. Ele terá que enfrentar concorrentes que estão na estrada, ou fora dela, já faz algum tempo. O principal deles é o Sandero Stepway Easy'R (automatizado), que traz os mesmos itens do GM, menos o sistema Onstar, e é comercializado por preços que partem de R$ 60.100. Há também, o Volkswagen Crossfox Imotion, que custa R$ 69.990 e fica devendo câmera de ré, se comparado ao carro testado. Já o Hyundai HB20 X automático, o mais caro de todos, tem preços que partem de R$ 64.245, e ainda assim não traz bancos de couro ou sistema BlueMedia (de entretenimento). Chevrolet Onix Activ (Foto: Divulgação) Impressões ao volante Atrás do volante multifuncional, que só regula em altura, a posição de dirigir é ainda mais elevada do que no carro "civil". A ótima visibilidade deve agradar a turma que gosta de olhar o mundo por cima. Segundo a Chevrolet, a linha de visão fica quatro centímetros mais alta. Os bancos forrados de tecido são confortáveis e a posição para guiar, contudo, agrada. Quando comparado aos irmãos de plataforma, o Activ tem nível de ruído menor dentro da cabine. O mérito está nos pneus comuns de perfil 195/65 R15, mais silenciosos do que os verdes aplicados nas demais versões. O ótimo nível de conforto é assegurado pela firme suspensão composta por McPherson na dianteira e eixo de torção na traseira. Os três centímetros a mais de altura e os pneus com perfil mais alto ajudam o carro a vencer pequenos obstáculos e imperfeições das vias com mais facilidade. Segundo a marca, o ângulo de ataque melhorou em 20%. Além disso, a viagem no banco traseiro do aventureiro é mais tranquila, graças às molas e aos amortecedores recalibrados que garantem um rodar mais macio para a turma do fundão. Chevrolet Onix Activ (Foto: Divulgação) O Activ é tão gostoso de dirigir como o LTZ. Seu motor 1.4 flex de 106 cv e 13,9 kgfm casa bem com o câmbio automático de seis velocidades, proporcionando um bom desempenho tanto em trechos rodoviários como em perímetros urbanos. Como no hatch comportado, viaja a 120 km/h com o ponteiro das rotações apontando para os 3 mil giros. A transmissão automática (de terceira geração) foi reescalonada para combinar com a proposta de baixar os níveis de consumo. As trocas são efetuadas com rapidez e suavidade, embora haja pequenos vacilos em algumas retomadas. Na alavanca, o botão para passagens manuais propicia certa agilidade e controle, mas poderia estar mais bem localizado. Se fosse por toques na alavanca ou por aletas no volante, as trocas sequenciais seriam mais intuitivas. Na pista, foi de 0 a 100 km/h em 12,8 segundos, mais do que os 10,7 segundos feitos pelo HB20X. A despeito do motor renovado e da transmissão GF6 de terceira geração, o carro anda menos até que o Prisma automático, que cumpriu a mesma prova em 11,3 segundos e pesa apenas sete quilos a menos. Falando no peso, o Onix ficou mais leve no facelift, mas o Activ e seus penduricalhos offroad acrescenta 20 kg na balança. Para retomar a velocidade de 60 a 100 km/h foram gastos 7,4 segundos, superior aos os 6,5 segundos praticados pelo Hyundai. E para chegar à imobilidade, vindo de uma velocidade de 80 km/h, foi necessário uma distância de 29,7 metros, bem mais do que os 26,6 metros que o HB20X precisou para estancar. Chevrolet Onix Activ (Foto: Divulgação) Como nas demais versões, a direção elétrica progressiva não é muito direta e, segundo a GM, foi recalibrada para garantir mais segurança ao irmão mais alto da família. Durante o test-drive, que em sua maioria aconteceu em trechos rodoviários, não deu para perceber a diferença de ajuste. Atrás, há espaço para três pessoas, mas apenas duas contam com cintos de três pontos e encostos de cabeça. Como nos semelhantes, o duto central elevado atrapalha a acomodação dos pés de quem viaja no centro. Chevrolet Onix Activ (Foto: Divulgação) Custo benefício O Activ vem de série com o trivial pacote composto por ar-condicionado, direção elétrica, trio elétrico (todos os vidros com função “um toque”), freios ABS e duplo airbag. Completam a lista o sistema de Mylink 2, agora compatível com Android Auto e Apple Car Play, rádio, GPS, Bluetooth, comando de voz, acesso a internet, câmera de ré, entrada USB e tela sensível ao toque de 7” com botões físicos no painel. O sistema de entretenimento é intuitivo, fácil de operar e está associado ao recurso Onstar, que além de oferecer mais de 20 serviços de emergência, segurança, navegação, concierge e conectividade, traz como novidade uma ferramenta de serviço de diagnóstico responsável por conferir a quilometragem total percorrida e a pressão dos pneus. O interior bicolor apresenta as cores preto e laranja, única opção, no painel e nas forrações de porta. Os bancos também trazem a tonalidade laranja. O Activ é mesmo um carro para quem quer exclusividade, ainda que o tom aplicado seja muito parecido com o do rival direto Renault Sandero Stepway. Por fora, o modelo se diferencia pelas molduras de plástico nos para-lamas e contornos dos faróis de milha, defletores dianteiro e traseiro na cor prata, barras longitudinais de teto (com carga para 50 quilos) e exclusivas rodas de alumino usinadas de 15”. É oferecido em seis opções de cores: Laranja Burning (metálica), Branco Summit, Prata Switchblade, Cinza Graphite, Vermelho Carmim e Preto Ouro Negro. Chevrolet Onix Activ (Foto: Divulgação) Vale a compra? Sim. O Onix Activ é tão gostoso de dirigir como a versão LTZ do hatch. A suspensão mais elevada e recalibrada atua em conjunto com os pneus maiores, para garantir mais conforto aos ocupantes, principalmente os que sentam no banco traseiro. O conjunto mecânico empurra bem seus 1.092 quilos, a despeito dele ser o pior de desempenho da gama. A estreia do Activ no segmento da turma que gosta de rodar fora do asfalto põe a GM na briga por uma fatia de mercado até então inexplorada. Sem grandes pretensões de fazer volume, o carro deve representar entre 7% e 8% do mix da linha. O hatch representa um belo reforço para o modelo continuar olhando apenas para o retrovisor, quando se fala em participação de mercado. Teste Aceleração 0 - 100 km/h: 12,8 s 0 - 400 m: 18,6 s 0 - 1.000 m: 34,6 s Vel. a 1.000 m: 147,5 km/h Vel. real a 100 km/h: 98 Retomada 40-80 km/h (Drive): 5,7 s 60-100 km/h (D): 7,3 s 80-120 km/h (D): 9,7 s Frenagem 100 - 0 km/h: 45,7 m 80 - 0 km/h: 29,7 m 60 - 0 km/h: 15,4 m Motor Dianteiro, transversal, 4 cil. em linha, 8V, comando simples, flex Cilindrada: 1.389 cm³ Potência: 98/106 cv a 6.000 rpm Torque: 13/13,9 kgfm a 4.800 rpm Câmbio: Automático de 6 marchas, tração dianteira Direção: Elétrica Suspensão: Indep. McPherson (diant.) e eixo de torção (tras.) Freios: Discos ventilados (diant.) e tambores (tras.) Pneus: 195/65 R15 Comprimento: 3,95 m Largura: 1,73 m Altura: 1,55 m (com bagageiro) Entre-eixos: 2,52 m Tanque: 54 litros Porta-malas: 280 litros (fabricante) 313 litros (aferido AE) Peso: 1.092 kg Fonte: Revista Auto Esporte
  13. Além do novo visual, os novos Onix e Prisma foram anunciados com aprimoramentos no conjunto mecânico. Os propulsores 1.0 e 1.4 litros dos compactos da Chevrolet receberam novos componentes, tanto é que passaram a se chamar SPE/4 ECO, e adotaram ainda uma nova transmissão manual de seis marchas em todas as versões. Segundo a montadora, o hatch está até 18% mais econômico e o sedã, 22 por cento. Devido a essas mudanças, os novos Chevrolet Onix e Prisma com ambos os motores receberam nota máxima A (na comparação relativa na categoria e na absoluta geral) e selo Conpet de eficiência energética pelo Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular do Inmetro. No entanto, o pseudo-aventureiro Onix Activ recebeu nota A na comparação relativa na categoria e B na absoluta geral na versão com câmbio manual e C e B, respectivamente, sem selo Conpet, na configuração com transmissão automática. O Onix LT automático e o LTZ automático também receberam nota B na comparação absoluta geral Confira abaixo os números de consumo dos novos Onix e Prisma: Números de consumo da linha anterior entre parênteses Onix 1.0 LS e LT com câmbio manual de 6 marchas Etanol 8,8 km/l – cidade (7,8 km/l) 10,5 km/l – estrada (9,2 km/l) Gasolina 12,9 km/l – cidade (11,5 km/l) 15,3 km/l – estrada (13,5 km/l) Onix 1.4 LT e LTZ com câmbio manual de 6 marchas Etanol 8,6 km/l – cidade (7,9 km/l) 10,2 km/l – estrada (9,6 km/l) Gasolina 12,5 km/l – cidade (11,5 km/l) 14,9 km/l – estrada (13,6 km/l) Onix 1.4 LT e LTZ com câmbio automático de 6 marchas Etanol 7,9 km/l – cidade (6,9 km/l) 9,6 km/l – estrada (8,5 km/l) Gasolina 11,7 km/l – cidade (9,9 km/l) 13,9 km/l – estrada (12,2 km/l) Onix 1.4 Active com câmbio manual de 6 marchas Etanol 8,3 km/l – cidade 9,4 km/l – estrada Gasolina 12,4 km/l – cidade 13,8 km/l – estrada Onix 1.4 Active com câmbio automático de 6 marchas Etanol 7,7 km/l – cidade 8,6 km/l – estrada Gasolina 11,2 km/l – cidade 12,6 km/l – estrada Prisma 1.0 LT com câmbio manual de 6 marchas Etanol 8,9 km/l – cidade (7,8 km/l) 10,8 km/l – estrada (9,2 km/l) Gasolina 13,1 km/l – cidade (11,5 km/l) 15,8 km/l – estrada (13,5 km/l) Prisma 1.4 LT e LTZ com câmbio manual de 6 marchas Etanol 8,8 km/l – cidade (7,9 km/l) 10,7 km/l – estrada (9,6 km/l) Gasolina 12,9 km/l – cidade (11,5 km/l) 15,4 km/l – estrada (13,6 km/l) Prisma 1.4 LT e LTZ com câmbio automático de 6 marchas Etanol 8,1 km/l – cidade (6,9 km/l) 10,2 km/l – estrada (8,5 km/l) Gasolina 11,9 km/l – cidade (9,9 km/l) 14,7 km/l – estrada (12,2 km/l) Clique aqui para conferir a lista completa. Fonte: Notícias Automotivas
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